Toy Story aborda a mudança no modo de brincar das crianças desde 1995, quando brinquedos eram centrais. Sete anos após o desfecho emocionante de Toy Story 4, a Pixar prepara o retorno da franquia com Toy Story 5, que promete ser o capítulo mais intenso e emocional da saga.
O filme está previsto para estrear de junho deste ano e já levanta especulações sobre um possível final sombrio para os brinquedos que protagonizam a história.
Tecnologia como vilã
Dessa vez, Woody, Buzz e seus amigos enfrentarão um novo adversário: Lilypad, um elegante tablet eletrônico dublado por Greta Lee. O diretor Andrew Stanton revelou à Empire Magazine que o longa vai explorar como a tecnologia tem substituído o tempo de brincadeira das crianças.
“Quando a tecnologia entra, ela vence. Acontece com adultos e crianças. Simplesmente vence. Então essa foi a perspectiva mais interessante a se tomar: não há competição. Coloque uma criança brincando com brinquedos, coloque um dispositivo de tela e veja o que acontece. E então nos aprofundamos na verdade disso e nos divertimos com isso”.
“A maior coisa que ficou presente esse tempo todo foi a forma como a tecnologia usurpou o tempo de brincadeira na vida real. Lily representa o que enfrentamos“, acrescentou o diretor.

Possível destino dos brinquedos
Apesar das incertezas, o diretor Andrew Stanton acredita que os jovens não são uma geração perdida. Ele vê neles fome, paixão e inteligência, o que lhe traz esperança sobre como lidarão com os desafios atuais. A disputa agora se volta para a atenção de Bonnie, sugerindo novos rumos para Woody e seus amigos.
Se Bonnie, atual dona dos brinquedos, abandonar seus companheiros em favor do tablet, o filme pode mostrar Woody, Buzz e os demais seguindo caminhos independentes, como Woody já havia feito em Toy Story 4, ao se juntar a Betty em um parque itinerante.
Toy Story 5 estreia nos cinemas no dia 18 de junho de 2026.
