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O diretor explicou como a origem das tatuagens do personagem estaria diretamente ligada a uma tragédia logo no início do longa.

​Os fãs do antigo Universo Estendido da DC (DCEU) ganharam mais um vislumbre do que poderia ter sido. O diretor Zack Snyder utilizou o seu Instagram para revelar detalhes cruciais de sua ideia original para o filme solo do Aquaman, projeto que acabou sendo engavetado pela Warner Bros.

​Desenvolvida em conjunto com o ator Jason Momoa, a premissa de Snyder apostava em um tom mais denso e intimista, honrando as raízes do Pacífico do herói:

Logo no primeiro ato da história, o pai de Arthur Curry seria brutalmente assassinado pelo pai do Arraia Negra. O luto levaria o protagonista a realizar uma cerimônia tradicional de cremação, momento em que ele ganharia as suas icônicas tatuagens corporais.

​A dor dessa perda seria o verdadeiro motor da narrativa.

“As tatuagens se tornam uma inscrição permanente daquela perda e identidade, unindo sua herança pacífica com sua linhagem atlante – e essa perda também cria a rixa de sangue entre Arthur e Manta Negra que impulsiona o conflito”, explicou o cineasta na rede social.

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​Para justificar como uma agulha comum conseguiria perfurar a pele quase impenetrável de um atlante, o roteiro trazia uma solução curiosa: Vulko, o conselheiro real, seria o responsável por entregar a Arthur uma ferramenta especial de Atlântida para o ritual, a mando de sua mãe.

​O diretor chegou a filmar algumas cenas com Vulko durante a produção de Liga da Justiça para preparar esse terreno. Contudo, o estúdio optou por seguir um caminho mais colorido e aventuresco sob o comando de James Wan. A decisão da Warner provou-se financeiramente acertada na época, visto que a versão de 2018 arrecadou impressionantes US$ 1,1 bilhão nas bilheterias mundiais.

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By Vitória Silva

Vitória Silva, 24 anos. Viciada em cultura pop desde sempre, especialmente quando envolve capas, superpoderes e reviravoltas de explodir a cabeça. Amo o universo dos super-heróis e sim, sou do time que defende a Marvel mesmo quando ela erra (quase nunca, tá?). Entre uma crítica e outra, tô sempre buscando o easter egg perfeito e aquela teoria que ninguém teve coragem de escrever.

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