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O ator brasileiro Selton Mello deu mais um passo gigante rumo ao estrelato internacional absoluto nesta quinta-feira (14). Ele foi oficialmente escalado para integrar o elenco da nova e ambiciosa aposta de Hollywood, o longa de ficção científica Zero K. A superprodução será conduzida pelo aclamado diretor Michael Almereyda, cineasta conhecido no mercado por trabalhos como Tesla.

O peso da imortalidade e o drama familiar

O roteiro do projeto promete prender a atenção do público do início ao fim, mergulhando fundo em tensos questionamentos existenciais. A narrativa densa é uma adaptação direta do prestigiado romance de mesmo nome, escrito pelo respeitado autor literário Don DeLillo. A trama vai focar no desespero de um bilionário do ramo da tecnologia que toma uma decisão drástica para burlar o luto e a morte. Ele escolhe congelar o corpo de sua própria esposa, que está em estado terminal, submetendo a mulher a um processo de preservação criogênica. Enquanto o experimento bizarro acontece, o filho do protagonista precisará enfrentar as cicatrizes e os estilhaços de sua própria família.

Um intercâmbio de talentos no set

Para dar o peso exato ao drama, os estúdios fecharam contratos com estrelas que estão em forte ascensão nas plataformas de streaming. A atriz Britt Lower, conhecida mundialmente pelo sucesso da série Ruptura, será um dos grandes destaques femininos da obra. O time ainda contará com as performances viscerais de talentos já consagrados, como Caleb Landry Jones e Peter Sarsgaard. Em nota oficial para a imprensa, o artista brasileiro comemorou a oportunidade de experimentar sua arte em diferentes culturas e idiomas.

Nos bastidores, o filme ainda sela uma poderosa aliança nacional com a presença de Rodrigo Teixeira, da RT Features, encabeçando a produção.

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By Vitória Silva

Vitória Silva, 24 anos. Viciada em cultura pop desde sempre, especialmente quando envolve capas, superpoderes e reviravoltas de explodir a cabeça. Amo o universo dos super-heróis e sim, sou do time que defende a Marvel mesmo quando ela erra (quase nunca, tá?). Entre uma crítica e outra, tô sempre buscando o easter egg perfeito e aquela teoria que ninguém teve coragem de escrever.

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